13 de abril de 2018

Streaming é a forma de manter as rádios “no jogo”, diz painel da NAB Show

Rádios híbridos, aplicativos em celulares e nos carros, caixas de som inteligentes… tudo isso é uma tendência para o rádio em um futuro breve, porém a equação financeira do streaming ainda não “fecha” para as rádios nos Estados Unidos. Um dos painéis voltados ao rádio na NAB Show 2018 teve o tema discutido, com destaque para a importância do serviço para o rádio perante os ouvintes.

No painel “Fast Tracking Radio’s Future”, Bill Hendrich (vice-presidente executivo da Cox Media Group) afirma que o fato do streaming para as rádios ainda não ser considerado rentável não interessa para os ouvintes. Ou seja, as emissoras que não aproveitarem a ferramenta ou simplesmente não disponibilizarem, vão ficar “fora do jogo”, isso pelo menos nos próximos dois a três anos. A tendência da relevância do streaming é de forte crescimento para a audiência, algo que pode manter o rádio com o seu desempenho positivo em relação ao alcance.

Isso é considerado já que muitas aplicações favorecem o rádio para acesso via streaming ou de forma híbrida, ou seja, o acesso ao áudio online acaba sendo essencial para as estações. A questão do faturamento é algo que o rádio equacionar em seu planejamento, segundo os palestrantes do painel.

O assunto vai ao encontro dos temas destacados no Café da Manhã realizo pela AESP e ABERT na manhã desta quarta-feira (clique aqui e saiba os detalhes).

Além de Hendrich, participaram do painel os executivos Caroline Beasley (Beasley Media Group), Fred Jacobs (Jacobs Media), Paul Jacobs (jacAPPS e Jacobs Media), Steven Newberry (NAB) e Tim Murphy (SVP).

Nesse mesmo painel os palestrantes responderam uma pergunta sobre “o que nunca deve mandar no rádio?”. A resposta foi única: o seu caráter de atuar de forma local. A questão do conteúdo local e do caráter local tem sido “martelados” em praticamente todas as discussões sobre o rádio no NAB Show 2018.

Fonte: tudoradio.com

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